Anne Hegerty, 66, from The Chase, shared her worries about dating. She talked about how her longest relationship only lasted four months and that she has never had children.

Anne Hegerty, known from The Chase, shared that her biggest fear about dating is having a man invade her personal space.

The quizzer, who was diagnosed with autism at 45, opened up about her challenges, mentioning a time when she unplugged her phone to stop a boyfriend from contacting her.

At The Paul Strank Roofing Charity Gala in Kensington, London, she honestly said that she thinks she would make a terrible partner.

Anne, 66, said, “I really struggle with being close to others and having anyone else in the house.

“I think a lot of autistic people don’t get married or settle down.”

The Chase star Anne Hegerty has revealed her biggest fear about dating is having a man encroach on her personal space (pictured in June)

Anne explained, “I don’t even have pets because of this, and my ability to live with other people is getting smaller. I need a lot of alone time.

“I always feel like I need more space than anyone can give me. If I wanted a relationship, I could find one, but honestly, I don’t.”

She also mentioned that her longest relationship only lasted four months. Reflecting on that time, she said, “It only worked for those few months because I was in Manchester. I kind of set it up so it wouldn’t last.”

In the end, she wrote to him to end things. “I remember crying with relief and then crying with guilt,” she shared.

Anne felt overwhelmed during that relationship. “Sometimes, I unplugged the phone because he tried to call me every day. I just wanted it to be over.

“I’d sit there waiting for the phone to ring, thinking, ‘Don’t phone, don’t phone, don’t phone!’ Other times, to get over the waiting, I’d call him, but that made him think I wanted to talk. I really just wanted to end it. I didn’t want to talk to him or anyone!”

Anne joked that she hasn’t lacked offers from admirers who seem to like her “Mrs. Trunchbull” Governess outfit.

She said, “I’m sure some people are attracted to the whole look of The Governess. I think there are some who might be interested if they let me.”

Anne said, “I do meet attractive men, but I know it won’t work out. I feel like it’s not fair to them because I won’t treat them well.”

She added, “I always want more space than they can give me. If I wanted a relationship, I could find someone, but I don’t.”

She thinks it’s better not to date at all and enjoys having men as friends more than women. She recalled a quiz she attended in June, where a woman pointed out they were the only two women in the room, but Anne hadn’t even noticed because she was talking to her male friends.

Anne also shared that this is part of why she never had children, even though she is great with kids. “I did want children, but I knew I wouldn’t be able to handle it very well.”

About 20 years ago, two kids from her neighborhood used to come over. “We limited their visits to just one hour a day, but they always wanted to stay longer. They were wonderful kids, and we’re now friends on Facebook, but I couldn’t handle that for more than an hour.”

Speaking at The Paul Strank Roofing Charity Gala at The Royal Garden Hotel in Kensington, London (pictured at the event this month) she insisted she’d make a terrible partner

Anne takes her role as godmother to Mark “Beast” Labbett’s eight-year-old son, Lawrence, very seriously.

She said, “Lawrence’s birthday is at the end of November, so I usually send a birthday and Christmas present at the same time—but they are not the same gift. My parents had winter birthdays, and I knew they hated getting just one present for two celebrations.”

Anne joked that one of the gifts she gave Lawrence was a bit inappropriate—a toy crossbow. “So, weaponry,” she laughed. “But lately, I’ve been giving him Minecraft vouchers since he really loves that.”

She also mentioned that she has spent Christmas alone for the past 40 years. That’s why she’s especially happy to be playing the Fairy Godmother in this year’s panto, Cinderella, in Scarborough.

Anne, who was on I’m A Celebrity… Get Me Out Of Here in 2018, said, “Now that I’m in panto, I can say, ‘Sorry, I’m in Scarborough!’ and that’s my only day off.”

She sees it as a great day off. Even though many people invite her to spend Christmas with them, she prefers not to. “I don’t do Christmas dinner or a tree. When I was a kid, I just remember all the pine needles everywhere!”

Earlier this year, Anne took on another acting role, making a cameo as a neighbor in a film called Exorcising Barry, which is about a man obsessed with a demon.

(L-R) Shaun Wallace, Darragh Ennis, Anne Hegerty, Paul Sinha, Jenny Ryan and Mark Labbett on Beat The Chasers in 2021

Anne said that any chance of going to Hollywood is out of the question.

She explained, “America wouldn’t want me because I’m fat. I have a friend who went there for work, and even though she looks amazing, they told her she needed to lose weight. I’m fine with how I am, but they don’t like fat British actresses.”

Despite this, she has had great success in Britain. Talking about The Chase’s recent National Television Award win, she said, “I’m so happy. Bradley Walsh is amazing. It’s been 14 years, and I love it.”

She added, “Other kids used to sing in front of the mirror with a hairbrush. When I was younger, I practiced being interviewed for when I became famous. I don’t know why, but it’s always been my dream.”

Acolhi uma mendiga com um bebé porque ela me lembrava a minha falecida filha – O que ela fez na minha casa chocou-me profundamente

Acolhi uma mendiga com um bebé porque ela me lembrava a minha falecida filha – O que ela fez na minha casa chocou-me profundamente

A noite caía pesadamente sobre Lisboa, trazendo consigo uma brisa fria que me fazia encolher dentro do meu casaco. Tinha acabado de sair do cemitério, onde visitara o jazigo da minha Sofia. Um ano. Um ano desde que a doença a levara, deixando um vazio imenso no meu peito. Enquanto caminhava pelas ruas movimentadas, com o coração apertado, vi-a.

Estava sentada num banco de jardim, debaixo de um candeeiro fraco, aninhada contra o frio. Nos seus braços, um embrulho pequeno – um bebé. Os seus cabelos, claros e despenteados, emolduravam um rosto magro e pálido, e os seus olhos… ah, os seus olhos! Eram da mesma tonalidade de verde-água que os da minha Sofia, cheios de uma tristeza que me trespassou a alma. Foi como se o tempo parasse. Naquele momento, não vi uma mendiga; vi a minha filha, com um filho ao colo, perdida e desamparada.

Sem hesitar, aproximei-me. “Senhora, está tudo bem? Precisa de ajuda?” A sua voz, quando respondeu, era fraca, quase inaudível. “Não, obrigada. Estamos bem.” Mas os seus olhos denunciavam a sua mentira. O bebé começou a chorar baixinho, e ela tentou acalmá-lo, mas as suas mãos tremiam.

Não suportei a ideia de vê-los ali, na rua, naquelas condições. A memória de Sofia aterrorizava-me, a urgência de ajudar, de proteger, apoderou-se de mim. “Por favor, venha para minha casa”, propus, surpreendendo-me com a minha própria impulsividade. “Tenho um quarto vazio, comida quente. Não podem passar a noite aqui.”

Ela hesitou, desconfiada, mas o choro do bebé intensificou-se, e o desespero nos seus olhos deu lugar a uma relutância em aceitar a ajuda. Acabou por anuir, e juntas, na fria escuridão da noite, caminhámos para a minha casa.

Em casa, tratei de lhes dar o que comer e um banho quente. O bebé, uma menina de poucos meses, era adorável. Dei-lhe umas roupinhas que tinham sido da Sofia quando era bebé, guardadas com carinho. A jovem, que se chamava Mariana, agradeceu com um sorriso fraco, mas os seus olhos continuavam a expressar uma profunda dor e cansaço.

Os dias que se seguiram foram estranhos. Mariana era calada, mas gentil. Ajudava nas tarefas domésticas, e eu observava-a a cuidar da sua filha, que ela chamava de Clara, com um amor incondicional. Quanto mais eu a via, mais forte ficava a semelhança com a minha Sofia. Os mesmos gestos delicados, a mesma forma de rir, a mesma doçura no olhar. Era como ter um pedaço da minha filha de volta.

Comecei a sentir um afeto profundo por Mariana e Clara. A solidão que me consumia desde a morte da Sofia parecia diminuir. A casa, antes tão silenciosa, encheu-se de vida com o choro e as risadas da Clara. Eu sonhava em dar-lhes uma nova vida, em ser uma avó para a Clara, em preencher o vazio que a perda da Sofia tinha deixado.

Uma tarde, decidi ir às compras. Antes de sair, comentei com Mariana que estaria de volta em uma hora. “Não se preocupe com nada, Mariana. Sintam-se em casa”, disse, com um sorriso. Deixei a carteira e o telemóvel na sala, sobre a mesa de centro, sem preocupações. Confiava nelas.

Quando regressei, uma hora depois, a casa estava estranhamente silenciosa. Chamei por Mariana e Clara, mas não houve resposta. O meu coração começou a acelerar. Percorri os quartos, a cozinha, a sala de estar. Ninguém.

Foi então que o meu olhar recaiu sobre a mesa de centro. A carteira estava lá, mas aberta. O meu telemóvel… tinha desaparecido. Fui ao meu quarto, e o pequeno cofre onde guardava as joias da família e algumas economias estava aberto, vazio.

O choque foi avassalador. Não era apenas o dinheiro, as joias. Era a traição. A pessoa em quem eu tinha depositado a minha confiança, que eu tinha acolhido com o coração aberto, tinha-me roubado e fugido. A imagem de Sofia, que eu tinha projetado em Mariana, desmoronou-se. Senti uma dor lancinante, mais profunda do que a dor do roubo. Era a dor da desilusão, a sensação de que, mais uma vez, a vida me pregava uma partida cruel.

Sentei-me no sofá, as lágrimas a escorrerem-me pelo rosto. A casa, antes cheia de uma nova esperança, voltou a ser um lugar de silêncio e vazio. A minha generosidade, nascida da minha dor e do meu amor pela minha filha, tinha sido explorada. E a chocante verdade era que, no fundo, eu não tinha acolhido Mariana por ela, mas pela minha Sofia. E a mendiga, com os olhos da minha filha, tinha-me roubado o que me restava: a fé na bondade humana.

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